MLG com novidades no Pro Circuit 2010

A MLG (Major League Gaming) é responsável pela criação do cenário competitivo profissional de Halo 3 nos EUA e está com algumas novidades para o Pro Circuit deste ano.
Gears of War 2, um dos jogos secundários das etapas, não fará mais parte dos eventos, apesar disso, a liga terá Tekken 6 e também está tentando adicionar Street Fighter IV na lista do Pro Circuit de 2010, que esse ano terá de volta competições de PC e passará por 5 cidades, com quatro grandes qualificatórios e uma final.
Call Of Duty: Modern Warfare 2 se tornou o jogo oficial das competições online da MLG, e os melhores jogadores da internet, tanto do XBOX360 quanto do PS3, participarão da final nacional do evento, podendo ganhar mais de US$60,000 em premiação e o status de Pro. Além disso, mais de US$500,000 serão distribuídos em premiação ao longo da temporada, que já começa em 16 de março com a MLG Orlando.
A MLG trabalha com vários jogos online e tem vários sites mas a "menina dos olhos da liga" são as franquias de Halo 3 que ela possui, com os melhores jogadores dos Estados Unidos contratados como profissionais da liga, assim como acontece com a NBA, NFL e outras ligas de esporte Norte Americanas.
Se você ainda não conhece como a MLG funciona e gosta de jogos de console, ainda dá tempo de saber sobre tudo que aconteceu nas outras temporadas, já que a seção de VOD´s deles é bem atualizada e com várias subseções.
A TeamPlay trará para vocês todas as novidades do MLG Pro Circuit 2010, assim como a cobertura dos eventos.







Comentários
#1 · gbz
· 03/03/2010 - 10:56
0Street Fighter 4 eh *** :D
#2 · sZ
· 03/03/2010 - 10:57
0up!
#3 · tp.marc
· 03/03/2010 - 11:02
0essa liga é mt ***! vo ate ver mais sobre ela agr heuheu
#4 · rioesports.com philipecoimbra [BANIDO]
· 03/03/2010 - 12:55
0Quando vai ter a MLG no Brasil, jogadores e times não faltam.
#5 · CNB panssa
· 03/03/2010 - 13:04
0a estrutura da MLG é invejável, acompanho a um tempo pelo streaming deles, é muito perfeito, se tivesse mais incentivo de grandes empresas no Brasil poderiamos fazer algo parecido, mais é pouco provável que isso acontece a curto prazo.